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5 principais tendências em educação corporativa

Postado dia 19/08/2019
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A transformação digital trouxe — e continua trazendo — mudanças significativas ao cotidiano empresarial. Em meio a esse contexto de inovação, otimização e automação de processos, as organizações conseguiram enxergar a importância de adotar um olhar mais próximo e atento ao desenvolvimento de pessoas para a obtenção de melhores resultados, o que vale até mesmo para aqueles setores considerados mais operacionais.

Com colaboradores engajados e alinhados ao propósito da companhia, pode-se observar mudanças positivas a curto e médio prazo nos níveis de produtividade e na qualidade das entregas. É justamente aqui que entram as principais tendências em educação corporativa, colaborando com a qualificação dos times de trabalho.

Nesse post falaremos um pouco mais sobre as principais tendências em educação corporativa. Acompanhe!

A chegada da Indústria 4.0 e a inovação nas empresas

Estamos vivendo em uma era na qual já se encontra em andamento a Quarta Revolução Industrial, conhecida também como Indústria 4.0. Trata-se de um conceito que engloba a automação, a tecnologia da informação e as demais inovações tecnológicas desses campos — tudo isso aplicado aos processos de manufatura e ao cotidiano das organizações.

Com a chegada da Indústria 4.0, inovar, dentro das empresas, tornou-se praticamente uma questão de sobrevivência, permitindo que o negócio continue a existir e trazer bons resultados em meio a um mercado marcado pela competitividade. Dessa forma, é possível afirmar que se uma companhia não inova, ela está se colocando sempre um passo atrás da concorrência.

Por outro lado, é também preciso pensar que, com a inovação aplicada aos processos corporativos, os colaboradores necessitam estar devidamente qualificados para lidar com tais transformações. Afinal de contas, de nada adiantará aplicar soluções como Big Data, Internet das Coisas, softwares de automação, entre outras novidades, se os times de trabalho não estão prontos para se beneficiar dessas ferramentas durante a execução de suas funções, não é mesmo?

Educação corporativa como ferramenta de preparação para a inovação

Quando falamos em educação corporativa é um equívoco pensar que estão em jogo apenas as capacitações entendidas como cursos, palestras, treinamentos, workshops e afins.

Na verdade, a educação corporativa vem promovendo uma transformação cultural dentro das organizações. Dessa forma, o ambiente de trabalho se torna um local que promove e estimula a aprendizagem contínua, bem como o engajamento e integração dos times.

As principais tendências em abordagens e metodologias, como veremos no próximo tópico, representam também um poderoso diferencial competitivo, melhorando o Employer Branding e trazendo propostas de valor para os funcionários.

Tendências em educação corporativa

1. Treinamentos personalizados

De forma geral, é possível afirmar que a maioria dos treinamentos empresariais disponibilizados, até então, eram pensados para equipes inteiras ou até mesmo para toda a organização. Com isso, um aspecto muito importante acabava sendo deixado de lado: a individualidade de cada colaborador, que conta com suas próprias potencialidades e fraquezas.

Por outro lado, quando se adota a personalização, os procedimentos de aprendizado são otimizados para que consigam atingir o colaborador de maneira efetiva. Aqui, é interessante contar com o auxílio de uma empresa de educação corporativa para fazer um diagnóstico preciso e, assim, elaborar treinamentos personalizados.

2. Gamificação

A gamificação corresponde à inserção da lógica dos jogos para otimizar processos de aprendizagem. Essa é uma tendência que deve se aprofundar bastante ao longo dos anos, com o objetivo de tornar os treinamentos corporativos mais atraentes e envolventes para os participantes — sem desviar, é claro, o foco do objetivo de cada ação.

Nesse sentido, as empresas podem criar jogos ou adaptá-los de acordo com suas próprias demandas, misturando atividades do dia a dia com missões e pontuações. Dessa forma, os times não vêem o método de aprendizagem como algo desinteressante.

Vale destacar, também, que a gamificação não está restrita ao âmbito digital. É perfeitamente possível promover simulações e/ou treinamentos presenciais mais leves e que explorem questões como trabalho colaborativo, criatividade etc.

3. Mobile learning

O Brasil é o quinto país no ranking de uso diário de smartphones no mundo. Sendo assim, por que não enxergar esse dado como uma oportunidade de unir o útil ao agradável? O uso desses dispositivos são uma das principais tendências em educação corporativa, auxiliando na capacitação de profissionais por meio de videoaulas, e-books, jogos e outros materiais ricos.

A grande vantagem do mobile learning é que ele traz praticidade e comodidade aos participantes dos treinamentos corporativos. Dessa forma, é possível que eles acessem o conteúdo de qualquer lugar, bastando ter em mãos um aparelho conectado à internet. Para a obtenção de melhores resultados, essa estratégia pode ser combinada com outra que explicaremos logo abaixo.

4. Microlearning

O microlearning é uma prática inovadora de entregar o conteúdo, sendo cada vez mais adotado pelas empresas que apostam na educação corporativa. Trata-se de um formato de aprendizagem online de curta duração — seu principal diferencial. Entre os materiais utilizados aqui estão os vídeos rápidos, textos pequenos, jogos e outros. Por isso, essa ferramenta tem bastante potencial para se aliar ao mobile learning.

O objetivo do microlearning, na educação corporativa, é que o colaborador tenha acesso ao conteúdo ensinado gradualmente, e não de forma direta e volumosa. Isso garante ao participante mais tempo para absorver e refletir sobre as informações passadas nos treinamentos e cursos.

5. Treinamentos de soft skills

Esses treinamentos tem como objetivo o desenvolvimento das soft skills, que são competências que envolvem a personalidade e o comportamento do colaborador, além de aptidões mentais, sociais e emocionais. Um exemplo de soft skill bastante valorizada pelo contexto do mercado atual é a resiliência. Trata-se da habilidade de se adaptar diante de qualquer adversidade, sabendo tirar lições positivas do ocorrido.

Além da resiliência, alguns outros exemplos de competências de soft skills que também podem ser desenvolvidas dentro desse contexto, são:

  • inteligência emocional;
  • rapidez para a tomada de decisões e resolução de problemas;
  • bom relacionamento interpessoal.

Neste artigo, você conheceu as principais tendências em educação corporativa. Com colaboradores mais preparados para lidar com a inovação e as transformações no ambiente organizacional e que contam com as competências necessárias para sua atuação, os bons resultados e a produtividade certamente aparecerão.

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