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Confira 6 grandes desafios da área de T&D nas empresas e como efrentá-los

Postado dia 20/09/2019
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A área de T&D precisa elaborar programas destinados a manter os colaboradores engajados com a missão da empresa. Apesar de isso não ser uma novidade entre os profissionais de RH, sabemos que também não é uma tarefa fácil no mundo atual.

Com tantas novidades no mercado, é preciso estar preparado para desenvolver profissionais que mantenham o diferencial competitivo da organização e, com resultados rápidos.

Por esse motivo, é preciso estar atento aos problemas para entender como acontecem de modo a se prevenir. Porém, que dilemas são esses? E, como solucioná-los? Confira neste artigo!

1. Mudanças organizacionais constantes

Sem dúvida, o mundo VUCA tem sido o maior desafio atual da área de T&D. Esse termo é um acrômio feito com a junção das principais características do mercado atual:

  • volátil;
  • incerto;
  • complexo;
  • ambíguo.

Isso significa que ele está repleto de sobrecarga de informações e de transformações. As pessoas estão mudando constantemente a maneira como interagem consigo e com o meio em que vivem. Assim, traz para empresa desafios inéditos que, por serem novos, não existe um padrão de como resolvê-los.

A implantação da hierarquia horizontal ajuda a acelerar as mudanças dentro da empresa devido à maneira como as equipes interagem e disseminam a troca de aprendizado. Também é importante estar atento aos quatro estágios que os colaboradores sofrem ao passar por uma mudança organizacional, que são:

  1. resistência às necessidades;
  2. sensação de incômodo;
  3. novas propostas para atender às próprias necessidades;
  4. integração no processo de mudança.

2. Diferentes níveis de liderança

Lidar com os diferentes níveis de liderança dentro da empresa também não é uma tarefa fácil. Enquanto alguns gestores estão aprendendo a liderar os colaboradores, executivos precisam deixar a estratégia para focar na visão da empresa a longo prazo. Esse cenário pode ser compreendido por meio do pipeline da liderança.

Por estarem em fases diferentes, cada profissional enfrentará desafios também distintos. Logo, precisam desenvolver as habilidades necessárias, além da percepção em lidar com essa disparidade para garantir o bom relacionamento interpessoal. Caso contrário, essas expectativas diferentes podem conflitar umas com as outras, atrapalhando no rendimento das equipes.

Pensando nisso, o PDI é uma estratégia apropriada para aperfeiçoar as habilidades individuais do líder, uma vez que trabalha as situações específicas do seu cotidiano. Afinal, é um recurso da área de T&D essencial para mudança de hábitos.

3. Aplicação prática do conhecimento

A tecnologia exerce um papel importante, uma vez que os recursos tecnológicos ajudam no processo de aprendizagem. Entretanto, se não for utilizada conforme a competência a ser desenvolvida, pode resultar no excesso de conhecimento teórico, se tornando ineficaz para mudanças de comportamento.

Nesse sentido, vale lembrar que o aprendizado sustentável se dá por meio do modelo 70/20/10, ou seja, enquanto 10{5e3e551bb1d13a563090340625f41dae16dd6060e3e8efab2a6d02fb3fc9702c} do conhecimento é adquirido por meio do ensino formal, 70{5e3e551bb1d13a563090340625f41dae16dd6060e3e8efab2a6d02fb3fc9702c} acontece por experiências práticas. E, com o aumento de recursos tecnológicos, como o mobile-learning, a vivência prática pode ficar em segundo plano.

Os métodos híbridos colaboram nesse processo, uma vez que utilizam tanto o meio digital quanto presencial como parte do programa de treinamento. Além disso, outras ações também podem colaborar, por exemplo:

  • programas de coaching;
  • apoio de mentores;
  • técnicas de simulação e laboratório.

4. Desenvolvimento de soft skills para o contexto atual

Com as implicações do mundo VUCA, os colaboradores precisam de habilidades para ajudar a empresa na implantação de novos modelos de negócios, atendendo ao empoderamento do cliente. É nesse momento que entram as soft skills essenciais para lidar com o contexto atual .

Com toda essa instabilidade, elas podem ser utilizadas de maneira ampla dentro da empresa, para diversas finalidades. Algumas fundamentais para a transformação digital são:

  • assertividade;
  • empatia;
  • inteligência emocional;
  • resiliência.

Entretanto, as pessoas não têm mais tempo para aprender como outrora acontecia. Para resolver isso, é preciso incentivar o Lifelong Learning. Assim, o colaborador estará em constante aprendizado com o mundo atual, compreendendo tendências e descobrindo novos conceitos e métodos que podem ser utilizados dentro da empresa. Ou seja, é ele quem vai trazer a inovação por meio das suas descobertas.

5. Mensuração da eficácia do treinamento

O programa de treinamento precisa ser desenvolvido para solucionar um problema específico que está relacionado às competências profissionais, de maneira que o negócio continue competitivo. Por isso, a eficácia da aprendizagem também precisa ser mensurada para descobrir se os tais desafios foram resolvidos.

Quando o profissional não mede essa eficácia, pode transformar a área de T&D como mera produção de eventos corporativos ou agente de tecnologias inovadoras, ao invés de utilizar esses recursos de maneira estratégica. Segundo Donald Kirkpatrick, professor especialista em treinamento e desenvolvimento, a melhor maneira de mensurar se as expectativas foram alcançadas é por 4 níveis, que são:

  1. reação: identificar a percepção do participante em relação ao programa de treinamento;
  2. aprendizagem: avaliar o alcance dos objetivos específicos de aprendizagem;
  3. comportamento: observar a prática das novas competências adquiridas;
  4. resultados: mensurar o retorno do programa por meio de indicadores e métricas.

6. Adaptação da área de T&D para várias gerações

Enquanto os baby boomers ainda estão deixando o mercado de trabalho, a geração X e Y precisa ser integrada, enquanto se adapta a geração Z, que chegou recentemente. Isso causa um mix de colaboradores com expectativas diferentes, afinal, são quatro gerações distintas, com quatro formas de agir e pensar diferente.

Para lidar com tudo isso, a área de T&D deve comunicar a cultura organizacional, utilizando métodos que são adaptáveis a todos os perfis, pois, cada geração tem um processo de aprendizagem distinto que necessita de ser estimulado. Portanto, assim como é preciso investir em modelos formais em alguns momentos, em outros a tecnologia deve ser complementada.

De acordo com um estudo feito em 2018 pela HR.Rocks!, ainda que 73{5e3e551bb1d13a563090340625f41dae16dd6060e3e8efab2a6d02fb3fc9702c} das empresas realizem ações de treinamento, 99{5e3e551bb1d13a563090340625f41dae16dd6060e3e8efab2a6d02fb3fc9702c} delas têm dificuldades de obter ROI positivo para aumentar o orçamento do RH. Ou seja, a área de T&D precisa urgentemente investir nas ações estratégicas. Aliás, essa é a melhor maneira de resolver os problemas atuais da organização.

Na Duomo, nossas soluções são planejadas para gerar resultados na organização. Então, que tal conhecer a nossa proposta? Entre em contato conosco!

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