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Accountability: por que empresas e colaboradores não podem deixar de ter?

Postado dia 17/07/2020
Continue Lendo Como andam suas emoções?

Embora este assunto não seja novo, ele se tornou muito mais significativo agora. Temos muito o que falar sobre accountability, mas priorizaremos aqui apenas alguns pontos:

Novos modelos de negócios estão surgindo e isto ameaça até mesmo empresas que dominaram o seu segmento. Seria tapar o sol com a peneira pensar que nada disto irá afetar sua empresa. Para ter sustentabilidade, precisará de muita agilidade e inovação. Mas isto só ocorrem na medida necessária quando se tem colaboradores totalmente protagonistas.

Além do impacto para as empresas, o avanço exponencial da tecnologia está trazendo grandes consequências para todas as profissões. Muitas funções estão sendo rapidamente substituídas pela inteligência artificial; cirurgias já começam a ser conduzidas por robôs; processos judiciais hoje já são orientados por um computador. Assim, a atitude protagonista é uma saída para manter a “trabalhabilidade”.

Outro fato muito recente é a pandemia do coronavírus. Esta doença está exigindo uma responsabilização de todos para cuidar da própria saúde e dos outros. Responsabilização também para trabalhar em home office com muito mais autonomia.

As pessoas já não têm este accountability? Definitivamente, não. Há muito a avançar. A maioria não AGE; a maior parte do tempo REAGE ao chefe, ao cliente, aos colegas, às expectativas da sociedade ou exigências do ambiente. Quando apenas reagimos, não somos protagonistas da cena, somos atores coadjuvantes.

As empresas têm investido significativamente na mudança do mindset dos gestores para que estes flexibilizem o modelo “comando e controle”. Parte da dificuldade desta mudança está no fato de que o mindset do colaborador também precisa ser atualizado, porque caso este não mude sua atitude, os gestores precisarão continuar a microgerenciar e se envolver muito no operacional a fim de garantir o resultado. Ou seja, esta mudança é um “jogo” onde os dois jogadores, gestor e colaborador, precisam aprender a jogar juntos.

O maior erro a ser cometido em relação a este tema é subestimar o desafio: temos uma história milenar e universal de desempoderamento das “bases”, de estímulo a postura de vítima e isso pode ser observado mesmo em colaboradores engajados. Será necessário ações robustas e estratégicas para que haja a mudança nas crenças e hábitos das pessoas e na cultura organizacional!

Se você quer entender mais sobre o tema, assista esse vídeo em que eu falo das construções históricas e como desenvolver equipes com  uma postura verdadeiramente protagonista.

 

Por: Joacir Martinelli.

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